| Veja de hoje. Guzzo viu longe. Lulla é isso. Sábado, Janeiro 23, 2010 J. R. Guzzo Trem fantasma "O lado escuro dessa maneira de governar é o incentivo permanente à oferta de propostas que batem de frente com a democracia. É o que há de melhor, como receita para promover a incerteza" Os governos brasileiros, como se pode comprovar facilmente pela comparação entre o que dizem e o que fazem, acumularam ao longo dos anos uma vasta experiência em não cumprir compromissos. É triste, claro, mas, quando se olha com um pouco mais de frieza para a questão, não é tão triste como parece, e frequentemente chega até a ser bom. O motivo é simples: boa parte do que se promete é tão ruim, mas tão ruim, que acaba sendo uma alegria, no fundo, quando se descobre que o vendedor não vai entregar a mercadoria que vendeu. O atual governo é um excelente exemplo disso. Se tivesse feito tudo, ou a maior parte, do que já anunciou que queria fazer nestes últimos sete anos, o país estaria hoje navegando em pleno nevoeiro, com mar bravo e fazendo água na proa, na popa e a meia-nau. Ainda bem que não fez; por uma combinação de incompetência, preguiça e ruindade na hora de executar, pouco saiu do papel. É o que se espera que aconteça mais uma vez, agora com esse incomparável "Programa Nacional de Direitos Humanos", ou PNDH-3, na linguagem de bula de remédio com o qual foi batizado, que o governo criou por decreto no fim de dezembro e do qual já começou a correr. Começou a correr, é lógico, onde costuma se assustar mais depressa ao ver que as Forças Armadas não gostaram da parte reservada a elas no PNDH-3, onde se previa a criação de uma "Comissão Nacional da Verdade" para apurar crimes cometidos por servidores dos órgãos de repressão durante a ditadura militar. Não houve nenhuma grande surpresa nisso, pois para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que assinou o decreto, tanto faz se vai ou não vai haver apuração; a única coisa que lhe importa, na vida real, é saber se a decisão final é ou não é do seu interesse. Pode até errar de cálculo e acabar optando por algo que em vez de ajudar o prejudica, mas a ideia-chave é se dar bem em tudo. No caso, achou que se daria melhor anulando o que havia acabado de assinar sobre a comissão; ela reencarnou, conforme amplamente divulgado, com a nova e prodigiosa missão de examinar violações de direitos humanos ocorridas no Brasil desde 1946 até 1988, de qualquer natureza e de qualquer autoria. Como o presidente da República pode esperar que alguém leve a sério uma coisa dessas? Não pode, mas também não está preocupado com isso. O que ele queria era se livrar do incômodo que estava causando aos militares. Aparentemente, conseguiu. (Quem sabe agora, finalmente, se consiga descobrir quem matou Dana de Teffé. É um caso claro de violação de direitos humanos; além disso, conforme sustenta há anos o cronista Carlos Heitor Cony, é fato bem sabido que enquanto não se descobrir quem matou Dana de Teffé, ou pelo menos onde estão os seus ossos, o Brasil não vai tomar jeito.) O mais interessante, no episódio todo, é a tranquilidade com que o presidente vai levando adiante a sua balada. O decreto que assinou é coisa de sanatório? Sua desculpa é que assinou sem ler; são previstas nesse trem fantasma mais de 500 decisões, que para ser executadas exigiriam uma nova Constituição ou um golpe de estado, mas ele diz que não leu nada. Isso ou aquilo deu problema? É só mudar o que foi escrito e anunciar que o caso está "superado"; agir assim, no entender do presidente, é uma forma superior de esperteza política. Na verdade, há um método nisso tudo. Lula é indiferente ao projeto de revolução ao qual se dedicam tantos de seus subordinados que sonham em desenhar para o Brasil um regime "popular" baseado em "mecanismos de democracia direta", no qual ficam dispensados de inconvenientes como eleições, votações no Congresso ou decisões contrárias da Justiça. O presidente deixa que se entretenham com isso; sabe quanto é bom, para todos eles, poderem viver o papel de revolucionários com risco zero, sem ter de fugir da polícia e no conforto de cargos em comissão, com carro oficial e cartão de crédito corporativo. Em compensação, sempre que manda para o lixo alguma de suas ideias, espera que lhe digam "sim, senhor". É o que acaba de ouvir, mais uma vez. O lado escuro dessa maneira de governar é o incentivo permanente à oferta de propostas que batem de frente com a democracia. Elas podem não ir adiante, mas estão sendo escritas por funcionários do governo, recebem apoio oficial e acabam, como no caso desse PNDH-3, incluídas num decreto que o presidente assina e que, agora, terá de ser combatido ponto por ponto para não se transformar em realidade. É o que há de melhor, como receita para promover a incerteza. | ||
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Pralavamostodos
BlaBlablá !
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Guzzo
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Fw: LULA, FILHO ABESTADO DO BRASIL !!!...
| -------Mensagem original------- LULA, FILHO ABESTADO DO BRASIL !!!... Aileda de Mattos Oliveira (*) "Cuando una nación pierde su coraje moral, comienza a deambular por la historia con paso de náufrago" (José Piñera) Chega-nos ao conhecimento mais uma demonstração de desequilíbrio psíquico do pífio representante da nação brasileira. A partir de sua ascensão, foram-se perdendo valores que cultivávamos como habituais normas de conduta. Essas mudanças são consequências das alterações semânticas, aceitas pelos órgãos jornalísticos, hoje, também, pouco afeitos à limpidez das ideias. Tais alterações são produtos dos erros de raciocínio e da falta de intimidade vocabular, que a incontinência verbal do senhor feudal, pela repetição, torna-as vernaculares. Tudo isso, aliado à esperteza de um espírito pusilânime, tem o poder de corromper os alicerces de todos os poderes da República. Se a mentira passa à verdade; se o corrupto contumaz deve ser respeitado por não ser um homem comum; se uma organização terrorista, que inferniza os trabalhadores rurais, torna-se uma instituição lutadora em defesa dos direitos dos sem-terra, é transformar os antônimos negativos em palavras representativas de uma nova ética em curso. Para que se consuma o novo dicionário da sordidez política brasileira, necessário se torna conhecer, a fundo, em todas as dimensões, o seu autor, personagem central de sua própria propaganda político-eleitoreira. O autoendeusamento torna-o réu confesso do desequilíbrio de que acima nos referimos. Considerar-se a si próprio Filho do Brasil, é exigir a legítima paternidade, a um país que já sofreu todos os vexames do filho que não passa de um bastardo. Como se não bastassem as ofensas de sua diplomacia, ofende-se mais ainda a nação, anunciando a sordidez de cobrar do país a herança que acredita ter direito e pretende obtê-la, através da delegação de poderes de seus iguais, nas urnas em 2010. É mais uma indenização cobrada ao país, considerado culpado pelo filho ilegítimo, pela tendência inata de sua família, de não ter vocação para o trabalho. O filme que ilustra a vida do responsável pela obra de estropiamento da língua, 'coincidentemente' será levado à exibição em 1º de janeiro de 2010. Regredimos ao populismo desenfreado do brizolismo e percebemos, claramente, a existência de dois Brasis: o que trabalha e estuda para o desenvolvimento nacional e o que vive de estelionato político, sorvendo os impostos pagos pelo primeiro dos Brasis. Alguém da escória da personagem do filme em questão deve ter sido o idealizador do título e da narrativa. O embriagado de álcool e de poder tomou posse do Brasil e está alijando, aos poucos, a parte consciente da sociedade, mas ainda sonolenta, para os esconsos vãos que se tornarão guetos dentro em pouco, se não tomarmos uma veemente atitude. Já imagino esse filmeco sendo veiculado no agreste, nos sertões, arrebanhando os ingênuos e estimulando-os ao analfabetismo, à bebida e à rebelião. A pressão para um conflito entre brasileiros está se fazendo prenunciar no horizonte. Esta indecência de filme, se consentirmos, se não reagirmos, se não clamarmos contra a mídia que lhe dará vida, poderá servir de estopim para tomadas de posição sérias que não vão deixar de fora a guarda particular do ébrio presidente: o MST. Como dizem os traficantes do Rio, "está tudo dominado". Eles sabem o que dizem, infelizmente. Tudo está dominado, porque está corrompido pelo dinheiro fácil em troca da traição e da sabotagem. Apenas por patriotismo, sem levarmos nenhuma vantagem, porque pertencemos a outro grupamento ético, que não leu o glossário lulista, sabotemos o filmeco do "palhaço de Garanhuns", desde já, para que, no ato da divulgação, caia no ridículo o Filho bastardo do Brasil, que bem poderia ser o Filho de outra coisa que já sabemos o que é. Embora não pareça, o caldeirão da divisão de classes já começou a esquentar. Como não tem a coragem de seu comparsa Chávez e é um poltrão como o Zelaya, usa desses artifícios ultrapassados, mas que caem como uma luva sobre a multidão de ignorantes do interior do país.
currículo completo em: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4727091U5&tipo=completo | ||
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sábado, 28 de novembro de 2009
Fw: Filosofando no boteco-ah, passado!
PARA OS MEUS AMIGOS COROASEu sou de um tempo distante
O chamado tempo do onça
Tempo em que qualquer máquina
Era uma geringonça
Sou do tempo em que
Se amarrava cachorro com linguiça
E em que todos domingos
A gente ia missa.
Trago lembranças bacanas
Das Casas Pernambucanas
Das farras, no bonde aberto
Dos chapéus da Casa Alberto
Tempo em que adultério era crime
E meu Tricolor ainda tinha bom time.
Do busca-pé, do rojão,
Sou do tempo do xarope São João.
Venho do tempo em que
Menino só gostava de menina
Tempo do confete e serpentina
Nas festas de Carnaval
Do Sírio, do Monte Líbano,
Dos bailes do Municipal
E o melhor dessa história
Eram os baile no Hotel Glória
Sou do tempo do bicarbonato
Do lançamento do Sonrisal.
Sou do tempo em que futebol
Era pra cara macho
Em que ninguem sossegava o facho
Nos bailes de formatura
Sarrando com a rola dura
Quando a gente engomava a cueca
E ainda se jogava sueca
Dos play-boys botando banca
Tempo que o telefone era preto
E a geladeira era branca.
Sou do tempo em que se confiava
Nas companhias aréas
Em que a penicilina
Curava as doenças venéreas
Sou do tempo da Rádio Nacional
Do lança perfume no Carnaval
Do calouro na hora da peneira
Tempo em que pó era o mesmo que poeira.
Tempo do terno risca de giz
Da calça de boca apertada
Da Lapa de Madame Satã
De poder ir torcer no Maracanã
E lembrar da mãe do juiz.
Sou do tempo do Doi-Codi
Do comigo-ninguem-pode
Da alegria desvairada
Da ditadura hoje caluniada
Sou do tempo em que ficar
Era apenas não ir
Tempo de permitir
Passeios à beira-mar
Tempo de se curtir a vida
Sem medo de bala perdida
Tempo de respeito pelos pais
Enfim, sou de um tempo que não volta mais.
Sou do tempo da brilhantina
Do laquê, da Glostora, do Gumex
O correio não tinha Sedex
O que vinha era telegrama
Trazendo uma má notícia
Sou do tempo em que a polícia
Perseguia todo sambista
Que tivesse alguma fama.
Tempo em que só mulher usava brinco
Em que as portas não tinham trinco
E que se dizia demorou
Só pra quem chegasse atrasado
As calças não perdiam o vinco
Picada era só na bunda
Se aquela febre profunda
Não tivesse melhorado.
No meu tempo coca era refrigerante
E todo homem elegante
Abria a porta do carro.
Aceitava-se qualquer cigarro
Sem medo de ser um novo fato
Só preço podia ser barato
Bicho era só animal
Cara, o rosto do pobre mortal.
Sou do tempo do tergal
Do ban-lon, do terilene,
Da Emilinha e da Marlene
No sucesso musical
Sou do tempo do mocinho
E o vilão com cara de mau
Do reclame de fortificante
Do óleo de fígado de bacalhau.
Sou do tempo do coreto e da banda
Do velho cigarro Yolanda
Vendido na venda da esquina
Sou do tempo da estricnina
Veneno tão poderoso
Sou do tempo do leite de magnésia
Do sagu, do fubá Mimoso
Do fosfato que curava a amnésia
Sou do tempo da cocoroca
Do tempo da Copa Roca
Que muita gente não viu
Do progresso tão abrupto
Que todo mundo assistiu
Porém, político corrupto
Como rato que sai da toca?
Ora! Esse, sempre existiu!
Sou do tempo em que Benjor
Se chamava Jorge Ben
A carne do bife era acém
Carne de cachorro era bofe
No meu tempo não havia estrogonofe
Sou do tempo do tostão e do vintém
Da zona com seus bordéis
Programas de dez mil réis
Sou do tempo da Cibalena e do Veramon
E da revista Fon-fon
Assisti filmes do Rin-tin-tin
Sou do tempo da confeitaria Manon
Da magia, do pó de pirlimpimpim
Colecionei estampas Eucalol
Acompanhei o lançamento da Avon
Tomei o fortificante Calcigenol
Sou do tempo da PRK 30
Do rádio tipo capelinha
Dos contos da Carochinha
Do remédio no bonde anunciado
"Veja ilustre passageiro
o belo tipo faceiro que o senhor tem a seu lado
Mas, no entanto, acredite, quase morreu de
bronquite, salvou-o o Rhum Creosotado".
Sou do tempo da Cafiaspirina
Da compressa de antiflugestina
Do bálsamo de benguê
Fui leitor do almanaque Tico-Tico
Tempo em que trabalhador ficava rico
Sou do tempo da Casa Cavê
Do taco com cera Parquetina
Sou do tempo do óleo de linhaça
Andei na Maria Fumaça
Li muito a revista Cruzeiro
Escrevi com caneta- tinteiro
Separei o joio do trigo
Vi muito vigarista na cadeia
Só não fui garçon da Santa-Ceia
Também não sou assim tão antigo
E pra você, meu amigo
Que tambem sente saudade
Vou confessar-lhe a verdade
Naquele tempo, orgulhoso
Eu via o meu pau lustroso
Só ao olhar um joelho
Mas, hoje, olhando no espelho
Chego até a me sentir mal
Ao invés de caralho vejo apenas um bilau
Ainda que me dê alegrias
Já não é aquela orgia
E ao invés das seis numa tarde
Fico em uma bem dada
Senão o bicho já arde
E a patroa fica irritada
Ainda não usei Viagra
Mas usarei se preciso
Espero que não leve flagra
Porque deve "ser fora", aviso!
SAINT-CLAIR PAES LEME
Filósofo de botequim pé-sujo
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
DECEPÇÕES... QUE HORROR!!!
terça-feira, 17 de novembro de 2009
AGORA O ÔMI SI SUPERÔ!
| CARO INTERNAUTA REPASSO,COMO RECEBI,E SEM MEU HABITUAL COMENTÁRIO! E PRECISAVA? ABRAÇOS OBS.: DEPOIS ALGUNS INTERNAUTAS DIZEM QUE EU TENHO MÁ VONTADE COM O NOSSO EINSTEIN ... REPASSANDO... DEPOIS DESSA SÓ NOS RESTA REZAR! AGORA O ÔMI SI SUPERÔ! AGORA O ÔMI SI SUPERÔ!!! ABSURDO - E TEMOS QUE OUVIR ESTA PALHAÇADA Palavras do Lula na solenidade de ontem (13.11.2009) em que o governo anunciou queda no desmatamento da Amazônia : "Então, essa questão do clima é delicada por quê ? Porque o mundo é redondo. Se o mundo fosse quadrado ou retangular, e a gente soubesse que o nosso território está a 14 mil quilômetros de distância dos centros mais poluidores, ótimo, vai ficar só lá. Mas, como o mundo gira, e a gente também passa lá embaixo onde está mais poluído (???), a responsabilidade é de todos". CRUZES !!! MANGALÔ TREIS VEZ...QUE BATATADA!!! | ||
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
Pudê !
Olho no Lula.Nestes anos todos de "pudê", o que Lula mais fez foi dar mostras da sua índole mentirosa, prepotente e avessa à democracia. Passa a maior parte do tempo aprofundando uma divisão inexistente entre pobres e ricos, enquanto só dorme em lençóis egípcios, toma Romanèe-Conti, veste ternos Armani, gasta cinco milhões por ano secretamente no cartão corporativo da Presidência da República. Exige tapete vermelho para não ter que pisar mais no solo esturricado do sertão e que lautos jantares lhe sejam trazidos ainda quentinhos a bordo de aviões oficiais nos seus showmícios pelo interior do Brasil. O que diria São Francisco, o santo da pobreza! Estes hábitos que já estavam latentes no distante ABC, agora afloram escancarados na cumplicidade pelega com os grandes empresários, na camaradagem com os lobistas que entram e saem livremente no Planalto, no festerê aéreo com os novos ricos do sindicalismo ladrão do Brasil e, principalmente, no convívio harmonioso com os maiores bandidos e com os grandes fariseus da política brasileira. Lula substituiu rapidamente a gentalha asquerosa do primeiro mandato do mensalão pela escória da pior espécie do segundo, formando uma equipe capaz de tudo para blindar o chefe e inflar a sua popularidade, financiados pelos especialistas na multiplicação da extorsão e das negociatas em estatais e fundos de pensão. Ex-terroristas, ex-guerrilheiros, ex-assaltantes de bancos, gente próxima a crimes que jamais foram explicados, criadores de dossiês, falsificadores de agendas. Hoje, no Estadão, Chico de Oliveira, um ex-petista de primeira hora, afirma que Lula só deixou de abraçar a causa do terceiro mandato por uma questão tática. "Ele sabia que teria de enfrentar parte importante da opinião pública e que seu alto nível de popularidade iria derreter." José Paulo Martins Jr., cientista político e professor da Faculdade de Administração da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FAD/FESPSP), afirma "que podemos dizer, sem dúvida, é que ele transige com o republicanismo, no sentido de que não separa corretamente o público do privado." Para Francisco de Oliveira, do Departamento de Sociologia da USP, o presidente "não gosta dos instrumentos democráticos que põem limites à sua própria ação. Procura enquadrar a imprensa, que é o quarto poder, e vê no TCU um obstáculo para o PAC". Para José Álvaro Moisés, do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) , Lula demonstra seu desconforto com o aparato fiscalizatório do Executivo ao nomear um ex-ministro para o TCU."Alguém imagina que José Múcio, que estava no governo até ontem, vai fiscalizar o governo?" Lula, ao final dos seus dois mandados e longe de fazer o sucessor, começa a perder definitivamente a trava e a liberar o que Roberto Jefferson definiu como os "instintos mais selvagens". O Poder Judiciário, por meio de Gilmar Mendes, presidente do STF, já entendeu o que está acontecendo e começa a reagir. O Poder Legislativo está nas mãos de José Sarney e de Michel Temer, o que dispensa comentários. O jogo da Democracia está empatado e Lula, literalmente, tem caráter de menos e dinheiro de sobra para comprar o juiz. Olho nele. | ||
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