Ontem, o senador José Sarney gaguejou com as mãos trêmulas num idiota discurso mentiroso a desdenhar de nossa inteligência e discernimento a nos julgar uma cambada de imbecis...
Depois de Sarney discursar no púlpito do Senado, o primeiro parceiro a lhe apertar sua mão parkinson foi Fernando Collor de Mello como símbolo que esta porcaria de país não vale nada mesmo...
No beija mão incompreensível seguiram-se Aloizio Mercadante; o não-sei-quem Sérgio Guerra e o sei-quem Pedro Simon...
Como assim, meu caro senador Pedro Simon?
Enlouqueceu, meu 'véio'?
Afagar em parceria ladina uma mão vaselina da oleosidade malandra de um José Sarney?
Porra...
José Sarney é um filhotão felpudo da ditadura militar...
Um aproveitador político profissional que jamais trabalhou na vida senão como parlamentar ou presidente-acidental...
E, mesmo com salários passíveis de confrontação pelo Leão da Receita construiu patrimônio indecente que não resiste a investigação mais superficial sobre sua lisura que arrota em nossa cara vermelha de raiva...
Sarney nos desafia e esculacha como um trombadinha confiante da impunidade, já que faz cara de vítima depois de pilhado repetidas vezes...
Utiliza a tática de gritar pega ladrão após pungar nossa carteira em disparada...
Sarney é calejado malandro da espécie rara forjada nos anos de chumbo da impunidade...
Um impune que mesmo depois de esgueirar-se por todos cofres do Erário ainda se escuda atrás das imunidades parlamentares...
E não quer largar a merda do osso, mesmo à porta da morte...
Sarney possui fortuna que pode proporcionar vida confortável à todas suas próximas gerações da sua porcaria de árvore genealógica e mesmo assim continua enfiando netos e netas na folha de pagamento do governo...
Sarney não se permite perder a pose...
Se acha...
José Sarney aposta em nossa ignorância complacente de eleitores que coopta seja onde for...
Sarney crê que somos todos uns bananas de merda...
E tem razão...
Ninguém retruca um compulsivo desta envergadura que passou toda sua existência a fazer parcerias espúrias em proveito próprio e jamais passou um dia de sua vida deglutindo sentimento de patriotismo a não ser para jogar para platéia...
Sarney quase chorou ao descrever sua família ilibada e esqueceu de enumerar que esta casta é dona de quase todo Maranhão...
Ora, caralho...
Ficou emplumado a descrever sua crônica no Jornal francês "Comenter" e seu encontro com ministro inglês como uma figura fidalga que o mundo tem consideração e apreço como nosso Gandhi salvador representante mundial de um povo sofrido brasileiro se esquecendo de descrever que o seu Maranhão possui índice de mortalidade infantil campeã mundial...
Sarney tem ciência plena que somos TODOS trouxas covardes intimidados por sua soberba hipócrita a nos botar encagaçados...
José Sarney considera todo brasileiro um ser desprezível sem noção, sem cérebro e babaca...
E nos peita, certo que não existe um homem de verdade nesta Pátria:
"A Nação Brasileira não tem direito de me julgar"...
Claro que tem, nobre e imortal José Sarney:
Nenhum homem possui salvo conduto para ser ladrão desta coisa imunda que eu gostaria de chamar de Pátria que você e troupe transformaram em latrina...
Nenhum homem bigodudo ou barbudo tem direito de pretender confiscar nosso sagrado direito de ficarmos indignados com a biografia e fortuna de um José Sarney que deveria responder nos tribunais civis suas trapaças e não a nos desafiar - como presidente do Senado da República Federativa do Brasil - a repetir toda hora aquela porcaria de papo furado de liturgia do cargo que ele nunca teve a descência de respeitar...
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